AnimeTopic #7: Fate/Apocrypha (Um anime de tirar o fôlego)

Olá a todos! Me chamo Assis Zang e esse é meu primeiro post no NEET!, gosto de analisar as obras e compartilhar minhas impressões sobre elas, tentando trazer ao leitor um texto agradável, profissional e com uma pitada de humor. Espero que gostem… então vamos ao que interessa.

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Fonte: Light Novel

Gênero: Ação, Fantasia, Magia

Estúdio: A1-Pictures (SAO, Erased, Kimi no Uso)

Diretor: Asai Yusgiku (Charllote)

Não é preciso procurar muito na internet para saber que existem dezenas de animações com a temática de Fantasia Medieval/Vitoriana, mas há uma delas que realmente se destacou não só no campo nipônico como também no Brasil, que foi a série Fate.

Primeiramente trazida ao Brasil pela Panini com o mangá Fate/Stay Night, que chegou ao seu último volume recentemente e também a Light Novel Fate/Zero, produzidas pela editora brasileira NewPOP, ambas foram um sucesso devido ao seu enredo e personagens marcantes. Mas eis que nessa temporada de julho de 2017 recebemos mais um título da série: Fate/Apocrypha, lançada este ano no Japão em formato de Light Novel e adaptada para anime. Então sem mais apresentações vamos à análise.

Sinopse

Houve uma vez uma guerra do Santo Graal travada por sete magos e sete espíritos heroicos em uma cidade chamada Fuyuki. No entanto, um certo mago aproveitou o caos da Segunda Guerra Mundial para roubar o Santo Graal. Várias décadas se passaram, e a família Yggdmillennia, que tomou o Santo Graal como símbolo, desertou da Associação dos Magos e declarou sua independência. Em retaliação furiosa, a Associação enviou uma força para lidar com os Yggdmillennia, mas foram derrotados pelos servos convocados. Agora que o sistema da Guerra do Santo Graal mudou, uma nova guerra explodiu em uma escala sem precedentes, com sete Mestres Yggdmillenia e seus Servos contra sete Magos opostos e seus Servos: Preto contra Carmesim. E assim, a cortina sobe na batalha da Grande Guerra do Santo Graal.

Minhas Considerações

A história de Fate/Apocrypha se passa em uma linha de tempo alternativa diferente de Stay Night e Zero, com uma novo conjunto de personagens e uma nova guerra do Santo Graal, sendo assim não pertence à linha do tempo canônica.  Desta vez, duas facções lutam entre si, compostas por 7 Mestres, cada uma com seus respectivos Servos e um Servo de classe Governante para atuar como mediador ou juiz do grande conflito, e é aí que entra um personagem que para mim é especial, ninguém menos que Jeanne D’arc ou Joana Darc, a heroína francesa condenada a fogueira por defender seu país. Ela é responsável por mediar o conflito, como um juiz, porém não há punições para aqueles que desrespeitarem as regras, pois numa guerra o mais forte vence e nem mesmo a mediadora está segura nessa disputa implacável.

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O primeiro episódio é surpreendente, ele não traz muitas explicações sobre o porquê das coisas acontecerem, mas as cenas de luta são incrivelmente emocionantes e muito bem dirigidas, com efeitos surreais de perder o folego! Realmente você só vai entender se assistir.

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Nos próximos episódios você consegue entender melhor o que há por trás dos conflitos e se familiarizar com os personagens e termos usados no anime. Para quem já acompanhou as séries Stay Night e Zero, não há mistério nos termos, mas para quem começou agora precisa assistir os próximos episódios para se situar melhor.

No desenrolar da história, além dos conflitos advindos da trama principal, vamos vendo o envolvimento dos Mestres e Magos com seus servos e sua relação entre si também. Há Servos e Mestres/Magos com as mais variadas personalidades. Por mais que a palavra “Servo” traga uma ideia de restrição, os Servos tem liberdade para agirem como querem, porém devem obedecer às ordens de seu Mestre/Mago segundo o contrato que possuem, que é simbolizado por uma marca em seu corpo.

Na maior parte, a abordagem dos personagens é bem apresentada. Cada personagem tem seu próprio propósito ou desejo que será realizado pelo Santo Graal, mas para tanto é necessário primeiro vencer a guerra contra o inimigo e após, a guerra contra seus próprios companheiros. Como de costume alguns personagens tem mais destaque do que outros, como por exemplo Mordred, o Saber vermelho e Astolfo, o cavaleiro preto, que tendem a roubar o show sempre que aparecem. Além disso, Shakespeare é um Servo neste show, e o resultado é tão hilário quanto se espera.

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Apesar de ser um anime do gênero Ação, podemos ver pitadas de Romance, Ecchi, Shoujo, Drama e por aí vai. Por isso a série se tornou um sucesso, devido a boa exploração de seus personagens.

Muita coisa acontece já nos primeiros episódios, mas o que mais me chamou a atenção foi algo no quarto episódio, que realmente me emocionou e garanto que irá lhe emocionar.

Por isso recomendo muito esse anime, e espero que um dia tenhamos uma tradução da Novel pela NewPOP aqui no Brasil, vamos torcer!

Se gostou dessa análise, comente aí embaixo e não esqueça de curtir e/ou compartilhar em seu Facebook/Twitter. Até a próxima! 😉

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Sobre

Estudante de Sistemas de Informação, Jogador de WoW e Administrador de Blog. Gosto de muitas coisas, entre elas ler e colecionar mangás, ver anime, ler livros, estudar, escrever, jogar video-game, desenhar, tocar violino e as vezes ter uma vida social (haha).

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